Soltas, bailam no ar,
Coreografias do instante.
Um suspiro a levar,
O efêmero constante.
Verdes que já não são,
Tons de ocre e de canela.
Em livre procissão,
A vida que se revela.
No chão, um tapete,
De histórias silenciadas.
Um ciclo que se repete,
Em jornadas renovadas.
Amarilis Pazini Aires